Aos poucos eu vou me desligando, e assistindo a todos. Vou vendo defeitos, vou prevendo atitudes, vou me encantando com virtudes e sorrisos, e olhares, os olhares que mostram as cores, as cores provenientes dessas pessoas.
Mas é estranho como eu ainda dependo dos meus vicios para ver as virtudes, e como eu dependo do odio para entender amor, e como eu sou simplesmente sou contraditoria. Talvez seja culpa das cores. Porque hoje, eu só admiro as cores, as cores que eu dia verei. As cores que estão na idealização de um olhar, acompanhado ligeiramente por um sorriso, sorriso secreto este secreto outrora. aquele que pertecente a você.
sábado, 3 de abril de 2010
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