domingo, 22 de agosto de 2010

Hoje eu acordei pra fazer revolução. Pra ser feliz. Pra não ouvir ‘não’ e ninguém. Pra ouvir Beethoven no último volume. Pra amar alguém e ser amada. Pra ter boas conversas com boas pessoas. Pra relembrar momentos felizes e chorar e rir ao mesmo tempo. Pra ser o que sempre quis. Pra ser o que sei que sou mas não posso exercer.

Mas não fiz nada disso. Quem disse que a escola, a aula de inglês, a tarefa pra amanhã, a rotina e as regras da sociedade deixaram?

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